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domingo, 20 de julho de 2008

Capim, amor, vaca ...


Certo dia, estava dando olhada em umas comunidades do orkut...
Até que dei de cara com uma com o seguinte título : "O amor é como capim..." ! Ah, é claro que eu fiquei curiosa ... Afinal, como o amor seria igual capim ? Para matar minha curiosidade entrei na comunidade e vi a descrição que dava continuidade ao título : "... você planta, ele cresce ! Aí vem uma vaca e acaba com tudo!".
Na hora achei a comparação bastante engraçada, mas ultimamente, diante de alguns acontecimentos vim mais uma vez analisar tal comunidade, e não é que o cara que teve essa idéia de comparar com capim foi bastante inteligente !!?!
Pensem comigo...
Você desperta um certo interesse por alguém... Em certo momento você, ele e todos ao redor de vocês percebem que está "rolando aquele clima" , até que ... Surge a vaca, ou melhor, uma outra pessoa na história ! (Sim, seu capim cresceu, tá verdinho e a vaca vai acabar com tudo rapidinho!)
Nessa hora, o seu "pretendente" esquece de tudo e fica babando para a nova personagem da história e você percebe que todo adubo, carinho, cuidado e tudo mais que você usou para ver seu capinzinho crescer pode ter sido em vão (Digo PODE, e não AFIRMO com um "FOI"!)...

Agora vai discordar do carinha que fez a comunidade?
Acho que não , né !? =p

Pois bem, proteja seu terreno, seu capim, ou seja lá o que você possua ...
Nunca se sabe quando uma vaca irá atacar!


Beijão !



quarta-feira, 26 de março de 2008

Fordismo (Um texto sobre relacionamentos,acredite!)






Pergunta:
O que a linha de pensamento desenvolvida por Henry Ford e o amor atualmente têm em comum?




Para responder essa e outras perguntas, leia o post todo e depois reflita sobre o que foi lido.
O Fordismo, para quem não sabe, foi um método de trabalho desenvolvido por um inglês chamado Henry Ford. As principais marcas desse método eram a divisão de trabalho e a utilização de esteiras de rolagem na linha de montagem.
O amor... Ah, o amor eu não consigo explicar, afinal cada um tem a sua própria interpretação sobre tal... Mas neste caso (por enquanto) essa definição não importa!

Espero que consiga desenvolver a minha idéia, então ‘simbora’ meu povo!



É muito comum a idéia da falta de compromisso, do “ficar”, do “pegar geral” nos dias de hoje! Há quem goste e com certeza já torceu o nariz só em ler a palavra “compromisso” na frase anterior... Mas também existem aqueles que gostem de algo mais sólido, mais fundamentado, que sossegue com a pessoa que gosta.
O que mais me espanta em relação ao primeiro exemplo (o ficar, pegar geral e tal) é que há quem ainda diga que AMA o “ficante”, “enrolante” ou sei lá o que a pessoa considera, mas de uma hora pra outra “cansa” dele e parte pra outra, como um flash, como se fosse possível um tele-transporte de sentimentos em banda larga! A maioria é adepta do “não sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também...”.

Estamos chegando onde eu quero?

Cena de filme...Deixe sua imaginação fluir (Pra quem já viu; use como base Tempos Modernos – Chaplin)!

Estamos numa fábrica.
Uma fábrica de pasta de dente.
Temos uma enorme esteira.Um funcionário coloca a embalagem vazia na esteira, em seqüência temos outro que o enche de pasta, depois desse, um outro que tampa e no final, um que coloca na caixa.
Tá começando a entender?

Quando parei pra pensar naquela idéia dita antes da fábrica, tive a sensação de estar no mesmo cenário do parágrafo anterior...Só com algumas modificações...
Os operários são representados por vários homens e mulheres, a pasta de dente sai e entram pessoas...Sim, cada um correspondendo ao sexo oposto...Homens para mulheres e mulheres para os homens.

Entendeu agora?


Estamos “industrializando” os relacionamentos...Enquanto a esteira vai rolando as pessoas vão mudando de par num piscar de olhos... É o fordismo do amor...
Sabe aquela coisa de “a fila anda”? Agora é a “esteira corre” ! Imagine o que poderá ser amanhã! O.o
É rapaz, tá estranha a situação a cada dia que passa...Ou a cada rolar da esteira! =B

“TÔ A TOA MESMO NÉ?”




E agora cada um leve isso como quiser!


Hasta...

quarta-feira, 5 de março de 2008

Where is the love ?


Imagine uma praia deserta, digna de uma mega produção de Hollywood.
Agora ponha nesse lugar as 3 pessoas que você mais ama.
Junto delas, acrescente tudo que você julga necessário para sua sobrevivência (roupas, casa, comida).
Finja que você não necessite trabalhar, que tudo o que você quiser aparecerá com o simples fato de você pensar que precisa dele.
Você está feliz da vida e achando tudo perfeito não é?

Ok...Agora mantenha a praia, as coisas necessárias para sua sobrevivência e o resto que foi falado; apenas substitua as 3 pessoas que você mais ama pela pessoa que mais te incomoda.
E agora? O que você me diz disso?

Ah, só de pensar nessa possibilidade sua cara já “fechou”, seu humor foi pro espaço e você já ta resmungando e chegando à conclusão que toda “mordô” disponível aí não compensa pelo simples fato de aturar essa “coisa rica” que acabou de aparecer, não é?
Garanto também que agora você ta pensando algo do tipo “-Por que ela tinha que estragar meu sonho?” ou “-Será que ninguém pode ser feliz?”... Mas calma, aos poucos vocês entenderão onde eu quero chegar...

Esqueça a historinha acima um pouquinho e vamos partir para outro ponto...

Você já parou pra pensar que aquela sua melhor amiga, sua “best”, como você costuma dizer, que você considera a melhor pessoa para confidenciar, se divertir, sair, se relacionar de um modo geral pode ser a maior inimiga de outra pessoa?Ou não precisamos ir tão longe, será que para algumas pessoas você não é aquele ser indesejável que só em você aparecer já começa aquele ba-fá-fá entre elas? (Agora voltamos à historinha inicial, será que a sua “nova companhia” na praia não seria para muitos uma ótima companhia?)

Pois é, em matéria de relacionamentos e convivência humana existem muitos pontos polêmicos... Não há como generalizar uma pessoa, dizer que ela é simpática ou não... Isso na maioria das vezes é uma questão de ponto de vista, gosto... E como já diz o povo, gosto não se discute! Rs

“Como dizer, Senhor te amo, sem mesmo vê-lo e ser incapaz de amar o outro que está ao lado e se pode ver?”

Apesar de toda essa argumentação em relação a ponto de vista, opinião e tal, tive pensando numa outra abordagem neste assunto!Como uma pessoa pode ser capaz de dizer que ama um Deus, uma “força sobrenatural” ou alguma entidade sem mesmo poder vê-la, toca-la ou ter algum contato ótico e/ou físico mais intenso, e ao mesmo tempo olhar para outro humano, um semelhante seu e não ser capaz de ama-lo, de ter compaixão por ele? E mais; como isso é possível sendo que na maioria das doutrinas que abrangem essas “crenças” acima de tudo é pregado o amor ao semelhante como muitas vezes forma de amor ao Deus ou àquilo que a fé prega e que nós alegamos amar acima de tudo.Será que amamos acima de tudo mesmo?

Não, esse questionamento não surgiu assim do nada...Estava eu cá com meus pensamentos, ouvindo musica, viajando num plano muito alem do que se vê!Até que assim sem explicação alguma parei para prestar atenção na musica que tocava na hora (que tem o trecho em questão como subtítulo do texto). Não foi a primeira vez que resolvi analisar a mensagem dela, mas só agora decidi realmente registrar (ou pelo menos tentar) minha opinião sobre alguns pontos que ela toca...

É estranha essa relação homem x homem x sobrenatural...


E esse assunto dá muito pano pra manga, mas se me prolongar mais aqui ninguém irá ler nem 40% do que foi escrito...

Então, paramos por aqui mesmo, de resto, façam suas próprias análises...




“É preciso amar
As pessoas como se não houvesse o amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há.”